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Allan Kardec deixou na terra um legado formidável de esclarecimento e consolo.
No Livro “Evangelho Segundo O Espiritismo” nos deparamos com esse belíssimo tema, A Lei do Amor.

O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais. Ditoso aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento! ditoso aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem a do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado, fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra-amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo. O Espírito precisa ser cultivado, como um campo, toda a felicidade vai depender do labor dispensado com grande dedicação, granjeando assim muito mais do que bens terrenos: a elevação pela espiritualidade, E então que, compreendendo a lei de amor que liga todos os seres, encontraremos a tão desejada paz e serenidade espiritual.
Fone: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 24 de Julho de 2011 – JORNAL DIÁRIO POPULAR

 

 

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