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Ante a pergunta feita a Jesus pelos Fariseus, sobre qual era o maior dos dez mandamentos, o Mestre respondeu,amar_os_inimigos reduzindo-os apenas a dois: Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, tendo por princípio a Lei do amor, afirmando ainda que toda a Lei e os Profetas se acham neles contidos. Realmente, vemos que este ensinamento encerra muito mais do que um fato isolado, mas sim, um chamamento ao mais amplo e profundo entendimento das necessidades que deverão ser desenvolvidas pelo homem, para que venham a gozar da plena felicidade que Deus, nosso Pai, destinou a todos os seres da Sua Criação. Na verdade, o que nos torna felizes ou infelizes, é o nosso estado de Espírito. Ninguém pode ser ou sentir-se feliz, abrigando em si sentimentos negativos em relação aos outros. Por isso se torna necessário que a cada dia a cada momento de nossas vidas, estejamos alertas, com o pensamento no melhor possível para com o nosso próximo, tendo cuidado e compreensão de modificar conceitos, que na maioria das vezes, servem apenas para nos prejudicar. Sempre que estes direcionamentos, venham refletir qualquer ponto negativo, por menor que seja, em relação a irmãos, encarnados ou desencarnados, é necessário que tenhamos capacidade para transforma-los em pensamentos positivos. É o exercício do “conhece-te a ti mesmo” ou a necessidade da reforma intima, apregoada pelo Espiritismo. Ora, sabemos que somos aquilo que pensamos. E quando pensamos, realizamos um trabalho mental, gerando uma onda. Na maioria das vezes, são ondas neutras, já que são geradas espontaneamente, pelo fato de que nosso cérebro não fica inativo. Porem, quando acrescentamos a esta onda a nossa vontade, e quando o direcionamento da mesma tem o sentido de envolver relações humanas estamos sujeitos a Lei de ação e reação, recebendo o que emitimos, na mesma intensidade com que for dirigida a outro ser vivo. Da falta de cuidado, por maldade ou ignorância, quando nos fazemos de juizes de nossos próximos, apontando erros, odiando, invejando, caluniando etc. é que decorrem nossos sofrimentos. Pensemos nos ensinamentos do Mestre que recomendou amarmos sempre, amarmos ate os nossos inimigos, para que a reação dos pensamentos que emitimos e que inevitavelmente voltarão para nós, não acrescente sofrimentos desnecessários à nossa vida.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 05 de Fevereiro de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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