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Bandeira_Frana

A Franca no se. XVIII, era um país de economia agrária e sistema político administrativo absolutista.
O luxo e os abusos do clero e da nobreza em proporções espantosas e a hedionda miséria em que viviam os trabalhadores, determinou crescente descontentamento do povo, que apoiado pelos ideais de liberdade do iluminismo, desencadeou a Revolução Francesa e uma série de reformas.
Em assembléia de nobres espíritos, foi designado a reencarnar na terra, Napoleão Bonaparte para gigantesca missão de paz e de organização social, mas não soube compreender a finalidade de sua missão.
Chegando ao comando do exército francês, o missionário do alto, traído por suas próprias forças, fugindo a finalidade de sua missão, promoveu um golpe de estado.
Aproximando-se o tempo em que Jesus deveria enviar o consolador prometido, reuniu-se nas esferas superiores grande assembléia de espíritos sábios e benevolentes para a entrada do novo século.
Baixa ilustre discípulo do Cristo, Hipolyte Leon Denizard Rivail, compenetrado de elevada missão consoladora, em três de outubro de 1804, em Lyon, na França.
Tão logo Napoleão viu-se desembaraçado da influência benéfica e protetora de Rivail e de seus cooperadores que pouco a pouco retornam a terra, tornou-se imperador embriagado pelo poder.
Por determinação do alto, em 1814 foi afastado para a solidão curativa da ilha de Santa Helena, onde esteve preso, desencarnando em 1820.
Enquanto Kardec como simples homem do povo deu integral cumprimento a sua missão.
Paralelo, na Inglaterra, outra revolução, industrial  modificou as relações humanas.
Os ideais da revolução francesa e da revolução industrial espalharam-se como um rastilho de pólvora.
Outra revolução marca o sex. XIX a 18 de abril de 1857, a Revolução Moral com o lançamento por Allan Kardec de “O livro dos Espíritos”.
Allan Kardec em missão de esclarecimento e consolo fez-se acompanhar de uma plêiade de companheiros e colaboradores cuja ação se expande e se manifesta até hoje no desenvolvimento intelectual e moral da coletividade.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 31 de Julho de 2011 – JORNAL DIÁRIO POPULAR

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