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É inútil alegar que o esquecimento constitui um obstáculo ao proveito que se poderiarelogio tirar das experiências de encarnações anteriores. Se Deus julgou conveniente lançar um véu sobre o passado, é porque isso deve ser útil. Realmente, lembrar de vidas passadas em certos casos poderia nos humilhar ou excitar nosso orgulho, e com isso atrapalhar nosso livre-arbítrio.
Muitas vezes, a reencarnação se dá no mesmo meio em que um dia o espírito viveu e se relaciona no mesmo vinculo de pessoas, a fim de reparar o mal que fez. Deus nos dá exatamente o que é necessário para nosso aperfeiçoamento: a voz da consciência e nossas tendências instintivas, afastando de nós o que poderia nos prejudicar.
Ao nascer, o homem traz consigo aquilo que adquiriu. Cada existência é para ele um novo ponto de partida, o esquecimento só ocorre durante a vida corpórea. De volta a vida espiritual, o espírito recupera as lembranças de suas existências, há apenas uma interrupção temporária, como acontece na vida terrena durante o sono, que não nos impede de lembrar, no dia seguinte, o que fizemos na véspera ou nos dias anteriores.
Embora não tenhamos durante a vida terrena, uma lembrança exata do que fomos e do que fizemos de bem ou mal em nossas existências anteriores, temos intuição disso. Nossas tendências instintivas são um resíduo do nosso passado, a que nossa consciência, que é o desejo que concebemos de não cometer mais as mesmas faltas, nos aconselha a resistir.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.
Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 12 de Agosto de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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