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A busca pela felicidade é, sem dúvida, uma constante na vida de todas as pessoas.Viver Para a grande maioria, tudo se resume à capacidade de adquirir e ter tudo aquilo que agrada aos olhos, nem tanto pela necessidade que o bem material possa vir a  preencher, mas muitas vezes, pelo impacto que a propriedade deste bem possa despertar em outras pessoas, como a inveja, o ciúme, e até o ódio. Triste engano. Quanto tempo dura esta sensação? Além de sua efêmera duração, o sentido de propriedade é falso. A única propriedade verdadeira é aquela que construímos com nossos atos de nobreza, renúncia e caridade, pois que estes sim, constroem nosso patrimônio espiritual e a felicidade, ou a sua ausência que nos traz a infelicidade. O céu ou o inferno são unicamente estados de espírito. O conjunto de nossos atos é o patrimônio que levamos após o desencarne. É verdade que pela posição que ainda ocupamos dentro da evolução espiritual, são poucos aqueles que já a desfrutam ou desfrutaram, mas nos deixaram o exemplo e a certeza de que também a todos nós é possível. A dificuldade maior é a nossa materialidade e o desconhecimento de nossa verdadeira identidade, da nossa constituição, da nossa essência eterna, que é o Espírito. As repetidas experiências através de nossas reencarnações, aos pouco nos fazem despertar para este conhecimento e a vida começa a ser compreendida como um rosário de bênçãos do Criador, para que a cada uma possamos ir, aos poucos, assimilando e entendendo, que tudo na existência tem um caráter educacional, tanto as coisas boas, que por incrível que possa parecer, são a maioria, como aquelas que classificamos de ruins ou dolorosas. Através da conquista destas e do gozo daquelas é que continuamos nossa tarefa em busca da plena felicidade. Os exemplos daqueles que já a conquistaram através dos únicos caminhos do amor e da caridade, apesar das pequenas proporções aí estão. CHICO XAVIER, FOI E É UM  EXEMPLO DE  HOMEM AMOR.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 29 de Janeiro de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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