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maeMães! No recesso dos santuários domésticos celebraram-se significativos atos de louvor às vossas personalidades.
Filhos, impulsionados pela gratidão e reconhecimento aos vossos desvelos maternos, prestam-vos merecidas homenagens através de efusivas manifestações afetivas.
Criaturas fadadas a iluminar a estrada da existência terrena, fazeis jus às expressões e expansões de carinho que vos são tributadas. Sois, na verdade, credoras de todos os testemunhos de afeição e de todas as demonstrações de respeito.
A missão grandiosa que desempenhais na superfície deste mundo, é tão bela, nas profundezas mais recônditas e misteriosas de nosso ser, torrentes de emoções nos envolve.
Sentimos uma necessidade interior, profunda, ardente, palpitante, ilimitada de vos testemunhar esta nossa incondicional admiração, como se um simples reflexo de vosso reconhecimento nos redimisse de todas as iniqüidades, de todas as culpas, de todas as fraquezas, de todos os fracassos, de todos os erros, de todos os defeitos.
Diante de vosso vulto enobrecido e respeitável, símbolo vivo de abnegações e renuncias, de tolerância, e condescendência, nosso orgulho se abate, nosso egoísmo se retrai, nossa vaidade se dilui…
Mães! Sois, por excelência, as fieis interpretes do Amor.
Sois, por natureza, as rosas de luz que Deus plantou no jardim da Terra para perfumar o destino dos homens.
Sois lírios que a “ordem divina” fez nascer no mundo, para que, filhos vossos, aconchegados à cariciosa calentura de vossos corações, possam ressurgir das cinzas de eventuais quedas e falências.
As mais esplendorosas cintilações que dissipam a escuridão das noites invejam o fulgor de vosso olhar sereno e penetrante, portador de singulares claridades.
As mais lindas canções que ecoam do murmúrio plangente das ondas do mar, a melodia poética e envolvente que eclode do badalar dos sinos, a musica alegre com que os pássaros sonoros festejam as manhãs de sol, são vagas imitações da voz dúlcida e blandiciosa com que nos acalentais.
Mães! Que o diadema da abnegação e complacência engrinalde perenemente as vossas frontes de “médiuns da vida”, a fim de que, materializando-nos no mundo, por vosso intermédio, possamos aperfeiçoar-nos em crescendo sempre e saibamos reconhecer, que a nossa redenção, de espíritos em evolução, tem em vosso permanente amor o celeiro de bênçãos que no-la assegurará.  
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense – em 12 de Maio de 2013 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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