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nascimento_jesus_3É comum darmos muita atenção à morte do corpo. Pode ser marcada por pompas e servir de data para comemorações. Com relação a Jesus Cristo também é assim. Mas, afortunadamente, em Sua relação, também comemoramos o nascimento, que marca o início de uma era. Este fato dividiu a história, em antes e em depois de Cristo. Que Jesus nasceu, ensinou e exemplificou, sabemos. Dar e receber presentes, fazer reuniões e festas a propósito do natal faz parte e é muito bom. Mas como poderá ser realizado e festejado o “natal” em cada uma e em cada um de nós, durante todo o tempo?
No evangelho consta que Jesus veio para que tenhamos vida e a tenhamos com abundância; que é necessário fazer aos outros o que queremos que os outros nos façam; que são bem-aventurados os humildes, mansos e pacíficos; que é necessário pedir, buscar e bater na porta, bem como que a cada um será dado segundo as suas obras.
A doutrina espírita nos esclarece em O livro dos espíritos que Jesus é o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem para lhe servir de guia e modelo. Como sabemos, guia é para ser seguido e modelo é para ser imitado. Ensina-nos que o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus é benevolência para com todos, indulgência para com as fraquezas dos outros e perdão das ofensas.
Convém ser alegre e ativo como Jesus foi e é, mas como para nós a vida não é somente flores, Joanna de Ângelis, através da psicografia do Divaldo Pereira Franco, nos propõe que ante os desafios mais vigorosos e as situações mais inclementes, comportemo-nos à semelhança de Jesus, isto é, não desistir dos ideais de beleza, não ceder espaço ao mal, não negociar com as sombras, permanecendo-se verdadeiro, luminoso, de consciência reta, decidido.
Esclarecem-nos, também, benfeitores espirituais, o que consta no capítulo XVII de O evangelho segundo o espiritismo, que o homem deve viver com os homens como vivem os homens da sua época, com um sentimento de caridade. Assim comemoremos agora o natal, sem desvios e nem excessos, empenhando-nos sempre em manter vivos e praticados os ensinamentos e exemplos de Jesus e assim mantermos permanente o espírito de natal.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.
Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 23 de Dezembro de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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