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Muitos mendigos que vimos nas ruas são espíritos que no passado foram grandes políticos, porém corruptos. Desviaram dinheiro público, receberam propinas, não fizeram o que deveriam ter feito. Ao chegarem no plano espiritual a decepção é muito grande das suas atitudes. E suas ações negativas deverão ter reações na próxima vida que irá ter.

Pelos casos já vistos e estudados, geralmente reencarnam como mendigos, pobres em estado de miséria; e na atual circunstância pode ser ainda pior seu futuro espiritual.

Como Isac Newton nos revelou pela sua Terceira Lei, toda ação terá uma reação. É uma lei universal, aplicada no plano físico. Nessas bases temos a lei da causa e efeito que rege nossas relações com o mundo, como nos é revelada pelo Espírito da Verdade, enviado por Jesus através do Espiritismo.
A reencarnação, percebe-se sua verdadeira ocorrência pela seguinte reflexão: Se Deus é bom, é amor e justiça, por que nascem pessoas na miséria, doentes, deformadas, e outras ricas, saudáveis, bonitas? Resposta: Não é Deus que nos faz nascer em má situação, e sim nossas atitudes das nossas vidas passadas.
O que podemos fazer? Estar sempre atento a nossas atitudes, a nossas ações, na educação aos menores, dando exemplos de moral e firmeza para estar sempre de consciência tranquila. Não se pode mais admitir, como em alguns noticiários, que o povo brasileiro aceita a corrupção pela filosofia de que “rouba mas faz”:
Mas como nos ensina Emmanuel através de Chico Xavier… “Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” – Ainda está em tempo dos políticos, funcionários públicos, profissionais diversos que estejam envolvidos em qualquer tipo de corrupção – que possam estar mudando de atitude e produzindo ações dentro da moral contra a corrupção e a favor da caridade;  Assim sendo, poderão contrabalançar seus débitos para tentar torná-los ainda nessa vida, no balanço final – créditos.
Lembramos que não é porque os mendigos e pobres podem ter sido corruptos no passado, que deveremos aceitar a sua condição e não ajudá-los. Pelo contrário, quando ajudamos alguém em pior situação que a nossa estamos na realidade nos ajudando. Pois praticamos uma ação de caridade – receberemos como reação uma melhor condição no futuro. Tudo depende de nós. Além disso, muitos pobres estão aqui apenas como um teste, uma prova de resignação e humildade, não apenas devido a desvios no passado.

“A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípios”
Barão de Montesquieu

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense – em 14 de Dezembro de 2014 – JORNAL DIÁRIO DA MANHÃ

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