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Octávio Caumo Serrano, confrade espírita,allankardec_2 nos convida a uma reflexão sobre o honorável codificador da doutrina espírita Allan Kardec:
Sem que os homens compreendam até agora o seu devido valor, no dia três de outubro de 1804, Deus nos presenteou com o nascimento de um menino que foi batizado com o sobrenome Rivail, o que aconteceu na França, na cidade de Lion, filho de família católica, iria se tornar um marco no Espiritismo, em todo o mundo.  A essa criança estava reservado, por escolha e destino, uma tarefa que ela só descobriria na fase adulta, quando abeirava os cinqüenta anos de vida. Ficaria conhecida como Allan Kardec, pseudônimo sugerido pela Espiritualidade e que havia sido o nome que tivera numa encarnação nas Gáleas, pouco antes da vinda de Jesus. Depois de estudar na Suíça, criar seu próprio colégio na França e escrever vários livros didáticos sobre aritmética e gramática francesa, foi despertado, no contacto com amigos chegados, para as revelações que chegavam pelas mesas girantes com que se divertia a sociedade francesa da época. Depois de pesquisar com cuidadoso ceticismo sobre o que poderia ser truque, mágica, mistificação, concluiu que ali se revelava à humanidade um dos segredos mais importantes da esfera divina. A vida continua após a morte e somos atualmente apenas espíritos reencarnados, vivendo novas experiências e continuidade de aprendizado. A tragédia irrecorrível da morte deixou de existir. A vida na matéria era passageira e prosseguiria por toda a eternidade. Dessas pesquisas nascia à codificação espírita, que ganhava corpo com o lançamento de O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857, uma obra que revolucionou os conceitos religiosos, acabando com céu e inferno e as penas eternas. Tudo é passageiro e um dia todos chegaremos à perfeição A partir daí, sofrimentos e perseguições, abandono dos amigos, calúnias e processos, mas o Espiritismo era uma realidade.
O Codificador viveu pouco mais de 64 anos, desencarnando em 31 de março de 1869. Mas deixava um marco que será um dia novo divisor de águas, quando os homens compreenderão a diferença dos valores da vida, antes e depois do Espiritismo.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.
 

Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 18 de Dezembro de 2011 – JORNAL DIÁRIO POPULAR

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