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Grupo de Programação Juvenil da LIga Espírita PelotenseJovens

Proposta de implementação do Grupo de Programação Juvenil da Liga Espírita Pelotense – Baseado nas orientações da Federação Espírita do Rio Grande do Sul (Fergs)

Conselho Regional Espírita da 1ª Região Federativa – CREI

1. O que é um GPJ?
1.1 é o Grupo de Programação Juvenil. 

2. Qual seu objetivo geral?
2.1 fomentar o Movimento Espírita Juvenil. 

3. Quais seus objetivos específicos?
3.1 elaborar atividades, no âmbito do Movimento Espírita, dentro da UME que atendam às necessidades do jovem;

3.2 colaborar em atividades propostas pelo DIJ da UME, no âmbito do Movimento Espírita de Juventude, de infância e se possível de outros departamentos da UME;

3.3 colaborar nas atividades propostas pela Coordenação do DIJ da 5ª  Região;

3.4 colaborar em atividades propostas pela FERGS, no âmbito do Movimento Espírita no Estado do Rio Grande do Sul.

4. Qual deve ser sua bandeira?
4.1 preservar a pureza doutrinária e promover a fraternidade. 

5. Como se forma?
5.1 através da reunião com jovens de cada Casa Espírita, pertencente à UME, acompanhados de Evangelizador( es), a cada semana ou quinzenalmente;

5.2 O GPJ, da 5ª. Região Federativa é formado e organizado na UME, da 5ª Região  vinculado ao setor de Juventude do DIJ da UME;

5.3 O GPJ se forma e se organiza na UME, não podendo ser formado no Centro Espírita, pois se trata de um Grupo de Programação Juvenil, formado por jovens evangelizandos e evangelizadores, que representam o Centro Espírita que freqüentam no GPJ;

6. Quais os requisitos necessários ao jovem para participar?
6.1 Estar freqüentando assiduamente os estudos no centro espírita (evangelização/ESDE/ outros);

6.2 estar envolvido com os ideais espíritas;

6.3 ter espírito de cooperação, vontade de servir e noções bem definidas de responsabilidade. (sugestão/recomendação – jovens que estejam na evangelização a pelo menos 1 ano, de forma assídua)

7. Quais os requisitos necessários ao evangelizador para participar?
7.1 freqüentar assiduamente os encontros de evangelização;

7.2 acreditar no jovem;

7.3 disponibilidade para acompanhar os jovens nas reuniões e em novas atividades;

7.4 ter espírito de cooperação, vontade de servir e noções bem definidas de responsabilidade.

8.Algumas sugestões de como organizar um encontro de juventude espírita:
8.1 escolher se será um dia ou uma tarde juvenil;

8.2 escolher o tema para o encontro;

8.3 escolher o local do encontro (ver o tamanho/capacidade e as possibilidades de acesso ao local, o horário etc. ;

8.4 elaborar como será desenvolvido o tema: oficinas, palestras, etc;

8.5 escolher quem serão os oficineiros e o (s) palestrante (s) e se possível agendar reuniões com os mesmo;

8.6 ver o material necessário para o desenvolvimento das oficinas e da (s) palestra(s);

8.7 organizar a recepção do encontro (crachás, entrega de pastas com material,

8.8 possibilidade de musica para recepcionar os jovens e evangelizadores atc.

8.9 elaborar uma programação (cronograma) do encontro;

8.10 ver da possibilidade de dividir o GPJ e equipes (tais como: recepção, infra-estrutura, doutrinário, etc.).

8.11 organizar como será o(s) lanche(s) ou almoço.

9. Outras recomendações e orientações:
9.1 os evangelizandos devem ser jovens que freqüentam a evangelização há no mínimo l(um) ano assiduamente (observando o item 6 acima), pois tem que ter conhecimento doutrinário, vivência e convívio, principalmente, no DIJ do Centro Espírita (obs. O jovem que chega ao Centro Espírita, pela primeira vez” em um primeiro momento, está ali para ser atendido, para receber para depois, se for o caso, se preparar para ser “trabalhador”‘Espírita.);

9.2 com relação aos evangelizandos do 1 °(primeiro) e 2° (segundo) ciclos de juventude (idade entre 13 à 17 anos), esses deverão ter autorização, por escrito, dos pais para participar do GPJ e deverão ser acompanhados pelos respectivos evangelizadores de juventude.

9.3 mesmo tendo uma autorização geral (conforme modelo anexo) para a participação do GPJ é recomendável que se faça uma autorização específica com os dados de cada atividade, com o local, o horário, etc., de forma a prestar a máxima informação aos pais ou responsáveis pelo jovem;

9.4 quando os evangelizandos e evangelizadores que se predispôs a assumir o compromisso de partiicipar do GPJ, representando o Centro Espírita a que freqüentam, não puderem mais participar, o DIJ do Centro Espírita deverá indicar outros representantes para participarem do GPJ;

9.5 os evangelizandos e evangelizadores que se predispuserem a participar do GPJ, representando o Centro Espírita que freqüentam, deverão comunicar ao DIJ (diretor do DIJ, evangelizadores de juventude e evangelizandos da juventude) do seu Centro Espírita os assuntos e as decisões que foram pauta nas reuniões do GPJ, para que haja uma integração e uma troca de informações, para que seja propiciado o enriquecimento do trabalho do GPJ na UME;

9.6 A escolha dos evangelizandos e evangelizadores, que irão representar o Centro Espírita no GPJ da UME, ficará a critério de cada DIJ (diretor do DIJ, Evangelizadores e Evangelizandos, que queiram participar).

9.7 elaborar um calendário de reuniões (periódicas, p.ex. duas por mês) e atividades do GPJ;

9.8 deverá ser escolhido um Coordenador para o GPJ (a escolha que deve ser feita pelo diretor do DIJ dentre os evangelizadores que se predispõe a participar assiduamente do grupo. O papel do coordenador é de manter o grupo unido e trabalhando dentro dos objetivos do trabalho do GPJ). Poderá também ser escolhido posteriormente a formação do GPJ, com o andamento do trabalho estruturado, um Jovem Evangelizando para ser coordenador do GPJ, que já esteja a algum tempo na Evangelização e participando assiduamente do GPJ que tenha predisposição e comprometimento com o trabalho.

10. Desenvolvimento das Reuniões e Atividades dos GPJs:
10.1 as reuniões do GPJ devem ser desenvolvidas de forma a priorizar o incentivo e a participação dos jovens na elaboração das atividades, com orientação do coordenador do GPJ e também auxílio e orientação dos demais evangelizadores dos jovens que freqüentam os GPJs.

11. Da organização dos GPJs na 1ª Região Federativa:
11.1 Na 1ª Região Federativa, os GPJs estão organizados nos DIJs das UMEs, vinculados ao setor de juventude (se o DIJ/UME estiver com essa estrutura organizada).

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