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01No dia 26 de junho de 2018, o médico veterinário e palestrante espírita Rafael Mondadori abordou o tema dos Animais durante a quarta e última palestra comemorativa aos 71 Anos da Liga Espírita Pelotense. O ciclo de palestras promovido pela ACOM, foi realizado todas as terças-feiras do mês de junho, às 15 horas. 
O palestrante começou por esclarecer que os animais têm alma, são constituídos de princípio vital e princípio inteligente, porém em estágio embrionário e por isso não se equiparam à alma humana. Explicou os diferentes reinos que a alma experimenta desde o reino mineral (quando conhece a força mecânica), o reino vegetal (ao experimentar a vitalidade), o reino animal (quando vivencia o instinto), até chegar ao estágio hominal, quando a alma tem consciência do passado e do futuro.
Em oposição à outras filosofias e crenças, o Espiritismo, pela razão e fé raciocinada reconhece a impossibilidade de qualquer ser humano reencarnar no corpo de um animal devido às características bem distintas entre ambos.
Segundo a Doutrina Espírita, o processo reencarnatório dos animais se diferencia dos humanos, o que justifica-se pela diferença na escala do progresso entre humanos e animais. Pelo mesmo motivo, os animais permanecem pouco tempo no mundo espiritual visto que, é no mundo material onde estão os instrumentos que necessitam para o seu aprendizado. Não obstante, os animais estão presentes no mundo espiritual em atividades de cooperação, defesa, transporte e companhia.
Conforme explica o conhecimento Espírita os animais não têm mediunidade, o que não invalida o fato de perceberem a presença dos espíritos. Nesse sentido, o palestrante referiu que é possível os espíritos utilizarem o princípio vital dos animais presentes para manifestarem-se em situações específicas.
Durante a palestra Rafael abordou aspectos críticos relacionados à agressividade dos animais, os maus tratos aos animais, e o tratamento dirigido aos animais como se fossem seres humanos.
Outros pontos de extrema relevância trataram das curas espirituais que os animais recebem diretamente no corpo fluídico; dos casos extremos de eutanásia coletiva por motivos de risco da saúde pública; e das terapias assistidas por animais (TAA) empregadas em pessoas em situação de distúrbios emocionais quando reservadas em asilos e centros terapêuticos, como por exemplo o uso da pet terapia, da equoterapia, entre outras.

Fonte: Área de Comunicação Social da Liga Espírita Pelotense – ACOM-LEP
Fotos: Equipe ACOM
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