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Eles eram dez leprosos, ou como diríamos hoje, portadores do Mal de Hansen ou hansenianos.
Naquele dia procuram o Mestre Jesus, na esperança da cura.
Os dez foram curados. Somente um deles retornou para agradecer a Jesus.

A gratidão nunca foi o ponto forte na conduta humana.

É bem mais comum ver a humanidade de todas as épocas clamar por benefícios de variada ordem e quando os recebe, esquece de manifestar a merecida gratidão.

Muitas vezes é como se víssemos com lentes de aumento aquilo que nos falta, o que ainda não temos, esquecidos de valorizar o que já possuímos e já conquistamos, sejam bens materiais ou imateriais, como o afeto dos familiares, o auxílio dos amigos, a cooperação dos vizinhos.
Aquele que é humilde sabe ser grato até pelos gestos mais simples de generosidade que recebe. Sabe reconhecer que precisamos sempre, diariamente, uns dos outros, em todas as etapas da nossa vida, para que possamos cumprir com as tarefas que nos compete realizar e, por essa razão, procura manifestar reconhecimento a todos que colaboram com seus esforços para que isso aconteça.
Quem possui uma fé autêntica e verdadeira sabe agradecer a Deus por todas as experiências e situações que vive, pois sabe que o Criador é Justo e Bom e oferece a cada um o resultado de suas próprias ações.
Na maioria das vezes, julgamos desnecessário manifestar nosso agradecimento. No entanto, este é um gesto que proporciona enorme bem estar tanto para quem o pratica como para quem o recebe.
Feliz de quem exercita este nobre sentimento, a gratidão! Certamente descobriu a alegria de viver e, por certo, retribui ao Criador pelos benefícios que recebe através da pratica constante do bem e do amor.

Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense

Publicado na Coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 24 de Abril de 2011 – JORNAL DIÁRIO POPULAR

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