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Este título é verso de Pais e filhos. Os autores, poeticamente,Corao complementam que deve ser “como se não houvesse amanhã.” De ordinário observa-se esse amor, pelos pais, namorados, profissionais da saúde, bombeiros, religiosos e outros.
No reino animal, integrantes de cada espécie agrupam-se entre si. Por exemplo: a) no terreiro, gansos formam bandos entre si, separadamente das galinhas que se agrupam com galos e galinhas; b) no campo, equinos formam grupos separadamente dos bovinos e dos ovinos que, por suas vezes, agrupam-se entre si e separados dos da outra espécie. Em O livro dos espíritos, questão 888 consta que “O amor é a lei de atração para os seres vivos e organizados.” Existe, é verdade, simbiose e mutualismo e, raramente, razão por que vira notícia, casos de uma fêmea acolher um filhote de outra espécie. Na interação entre seres vivos, também há o parasitismo. Um tipo disso, não catalogado, é a prática do aprisionamento e de forçar um ser a mudar suas tendências naturais. Afortunadamente, leis estabelecem regras e organismos governamentais e protetores dos animais atuam com vistas a evitar tais distorções, e vêm conseguindo resultados. Por isso que muito mais do que há alguns anos, veem-se tantos cardeais livres e lindos nos campos e, coisa maravilhosa, nas estradas, por onde passa gente.
Para uma reflexão sobre certos comportamentos, sugerimos a leitura: a) do cap. XV do Evangelho de São Mateus, em que, no verso 26, Jesus ensina: “Não é bom pegar no pão dos filhos e deitá-lo aos cachorrinhos.”; b) do item 9 do cap. XI de O Evangelho segundo o Espiritismo, onde consta: “… há entre vós indivíduos que, com o coração a transbordar de amor, despendem tesouros desse sentimento com animais, plantas e, …”.
Dentre muitos auxílios, cada pessoa precisa de afeto, de afago, de consideração, e tem capacidade de oferecer esses recursos aos outros. Precisamos conviver com os semelhantes, pois somos seres gregários, como os outros animais que precisam conviver com os da sua espécie. Concluindo, para os seres humanos, é preciso amar as pessoas.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.
Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 22 de Abril de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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