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mae_3Ser mãe é andar chorando num sorriso; é ter um mundo e não ter nada; é padecer num paraíso.
Dentro de sua simplicidade e beleza, essas palavras exprime com fidelidade o que é o amor sublime que brota espontâneo na mulher que concebe, luz divina depositada em seu coração. Transformando-a em colaboradora do Céu a iluminar os caminhos de filhos de Deus sob seus cuidados.
Por isso a família jamais desaparecerá, sejam quais forem as novidades inventadas pelo homem .
Qual a mãe que se sente com liberdade plena de fazer o que lhe aprouver, sem considerar a prole? Amor  é compromisso, é dedicação, é esforço, é trabalho em favor do ser amado.
No lar damos os primeiros passos a caminho da fraternidade. Na interdependência existente entre os membros da família, envolvendo pais e filhos, marido e mulher, irmãos e irmãs, opera-se um fenômeno prodigioso. Temos no lar uma microssociedade, onde exercitamos a vocação de conviver e participar. A família amplia-se além das fronteiras do sangue, abrangendo imensas comunidades, o que é natural, somos todos filhos de Deus. Na terra, ampliamos nossa capacidade de amar, de cuidar, de consolar e auxiliar nossos semelhantes, exercitando amor assim como as mães fazem pelos seus filhos.
Esses abnegados estagiam intimamente, no paraíso, ainda que transite pelos caminhos tortuosos da terra.
Que sejam abençoadas hoje e sempre as mães.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.
Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 13 de Maio de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR.

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