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famliaDouglas Malloch, em composição poética diz:
…”Se você não puder ser um pinheiro no topo da colina, seja um arbusto no vale, mas seja o melhor arbusto à margem do regato;
Seja um ramo, se não puder ser uma árvore, ou seja relva, mas dê alegria algum caminho;
…Não podemos todos ser capitães, temos de ser tripulação,
…Senão puder ser sol, seja uma estrela. Não é pelo tamanho que terá êxito ou fracasso,
Mas seja o melhor, do que quer que você seja.”
Por que não temos todos as mesmas aptidões?
Deus criou todos os espíritos iguais, mas cada um vive há mais ou menos tempo , tendo diferentes aquisições. As diferenças estão no grau de experiência e no uso da vontade, que é o livre-arbítrio. Uns se aperfeiçoam mais rapidamente, o que lhes dá maior soma de conhecimentos e aptidões e determinam as vocações.
Ao reencarnar, o espírito situa-se em atividades compatíveis com sua evolução e as consequências do uso que fez de seu livre-arbítrio.
O  intelectualizado , que se comprometeu em crimes, vícios e maledicências, renascerá  em situação constrangedora, com cérebro deficiente, para o resgate do passado e mudança de comportamento.
Também existe a necessidade da diversificação de experiências, que pode levar o catedrático de hoje a  numa reencarnação futura em tarefa  humilde.
Os pais devem respeitar a posição dos filhos evitando projetar nele seus anseios e frustrações e também evitando projetar a sua própria realização através do filho. Não devem pressionar os filhos, levando-os a fazerem o que não desejam e para o que não possuem vocação, transformando-os em maus profissionais.
Deve haver por parte dos pais o esforço no sentido de estimular os filhos ao estudo, ao desenvolvimento intelectual que é uma das asas através das quais alçamos vôo rumo à perfeição. Mas é necessário agir com habilidade, ajudando-os a definir suas tendências, a atuarem em atividades que atendam suas necessidades evolutivas.
Devem os pais estimularem os filhos ao aperfeiçoamento intelectual, procurando sempre melhores níveis, mas respeitada a sua condição de seres humanos dotados de personalidade própria, afim de que encontrem o seu caminho, porque sua felicidade não está subordinada a sua condição social mas ao fato de estar perfeitamente integrado em experiências que favoreçam a mobilização de suas potencialidades criadores, dentro de suas possibilidades evolutivas.
A tarefa dos pais é a de preparar os filhos para fazerem sempre o melhor, com consciência de dever e senso de responsabilidade.
Fonte: Departamento Doutrinário da Liga Espírita Pelotense.
Publicado na coluna da Liga Espírita Pelotense no dia 26 de Fevereiro de 2012 – JORNAL DIÁRIO POPULAR

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